Um homem de 27 anos foi esfaqueado pelo sogro na madrugada deste sábado (15), na Avenida José Nogueira Vieira, no bairro Tiradentes, em Campo Grande. De acordo com o boletim de ocorrência, o rapaz tentava separar uma briga entre o sogro e o cunhado quando foi atingido. Por causa da gravidade dos ferimentos, ele precisou ser encaminhado para a Santa Casa da Capital.
Segundo o boletim de ocorrência, o homem apresentava ferimentos superficiais nos dedos da mão direita e uma perfuração na região lombar. Ele recebeu os primeiros atendimentos na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do bairro Tiradentes. Durante o atendimento, os profissionais observaram a saída de gordura pelo ferimento, o que indicava que a perfuração poderia ter atingido o intestino.
A médica responsável informou à polícia que, naquele momento, o ferimento não era considerado grave, mas poderia se agravar. Por isso, ela decidiu pelo encaminhamento para a Santa Casa, onde seria realizado procedimento cirúrgico para tratar a lesão.
À equipe policial, a vítima contou que tentou intervir na briga entre o cunhado e o sogro. O homem não informou o nome completo do suspeito nem explicou o motivo da discussão. Como estava sob efeito de medicamentos e aguardava transferência hospitalar, o homem não foi levado à delegacia. O caso foi registrado como lesão corporal dolosa e encaminhado à unidade policial responsável pela apuração.
Em outro caso na mesma região, a Polícia Civil investiga uma briga entre vizinhos que terminou com um homem ferido por golpe de faca no bairro Aero Rancho. A vítima, de 34 anos, foi socorrida por populares e levada à UPA, onde permaneceu em observação. O suspeito fugiu do local antes da chegada da polícia. A motivação do desentendimento não foi esclarecida e o caso também foi registrado como lesão corporal dolosa.
A orientação das autoridades é que brigas familiares ou entre conhecidos sejam resolvidas com o auxílio da polícia, para evitar que situações de conflito terminem em agressões graves. A Polícia Militar reforça que a população pode acionar o 190 em casos de discussão que apresentem risco iminente de violência.
